
Realizado em Manaus, o Festival de Cinema da Amazônia – Olhar do Norte chega à IC Play com uma seleção de mais de trinta filmes recentes, produzidos no Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Tocantins. Temas como a memória, as relações familiares e a ancestralidade combinam-se em narrativas íntimas e reflexões sobre território e cultura. Em cartaz até 12 de outubro, segunda-feira.


A história de Wlad Lima, Mãe Rita D'Oxum e Tereza Tupinambá, espiritualmente poderosas da Amazônia paraense, cujas trajetórias de vida desafiam os lugares-comuns e os papéis sociais tradicionalmente atribuídos à mulher. Cada qual à sua maneira, elas construíram formas de cura inspiradas pelas ancestralidades negras e indígenas, propondo novas formas de encarar a religiosidade e de questionar os limites do mundo contemporâneo.

Voltada à exibição e ao debate sobre o audiovisual contemporâneo, a CineBH - Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte celebra em 2026 vinte anos de existência. Até o dia 12 de outubro, a IC Play exibe uma seleção de filmes brasileiros que estiveram em cartaz na programação do festival.

Corpos trans e travestis conduzem esta jornada que atravessa o mar das existências plurais. A curadoria de Alice Muniz, presidente da Associação de Profissionais Trans do Audiovisual, reúne filmes produzidos por pessoas trans de diversas regiões do Brasil e possui a diversidade territórial como pilar central para difusão da realização LGBT+. De documentários à ficções e trabalhos experimentais, a ideia de "Travessia" é apresentada como um movimento perpétuo que tensiona desigualdades sociais.

Baseada na aclamada série de livros infantis de Silvana Rando, esta série de animação acompanha uma turminha inseparável que embarca nas mais diversas aventuras. Para o elefante Gildo, o pássaro Paulo e a estilosa barata Socorro, sempre há uma descoberta por vir. Não há limites para a imaginação quando, ao brincar, tudo é possível.

O cinema e a infância se encontram nesta programaçã, criada especialmente para a Itaú Cultural Play, que revisita o conceito de "regeneração" não somente como proposta de futuro, mas como uma essência em eterna construção. Em mais de uma década de pesquisa e curadoria, a Ciranda investiga sonhos que são reacendidos em obras sensíveis e atemporais. As obras aqui presentes são protagonizadas por crianças e jovens que nos ensinam diariamente com seus espíritos percursores, questionadores e amáveis.
A travessia de Helena Ignez pelo cinema brasileiro corta quase sete décadas de trabalho como atriz e diretora de filmes. Das raízes baianas do Cinema Novo a mais nova produção audiovisual independente, passando pela experiência radical da Belair, produtora criada por ela, Rogério Sganzerla e Julio Bressane em 1970, seu percurso cruza toda a história do cinema brasileiro moderno. A mostra na IC Play faz parte da Ocupação Helena Ignez, em cartaz no Itaú Cultural até 18 de outubro de 2026.

As complexidades e desafios de jovens em uma sociedade pensada para ouvintes, do colégio ao ambiente de trabalho. Através de temas como amizade, amor e família, a obra revela como o contato com a língua de sinais e a cultura surda é um agente de transformação, rompendo barreiras de comunicação e identidade.